Oração de São São Jorge


ORAÇÃO DE SÃO JORGE 

Ó São Jorge, meu Santo Guerreiro, 
invencível na fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança, abre meus caminhos.

 Eu andarei vestido e armado com vossas armas para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos possam ter para me fazerem mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estendei vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e grandeza. 

Ajudai-me a superar todo desânimo e a alcançar a graça que vos peço (fazer o seu pedido). Dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta necessidade São Jorge, rogai por nós.

 Amém.

23 de Abril: Dia de São Jorge


DIA DE SÃO JORGE
( A IGREJA CATÓLICA COMEMORA DIA 23 DE ABRIL )


Conhecido como ‘o grande mártir’, foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.
Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.
São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.
Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:
“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”
Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial.
Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.
São Jorge, rogai por nós!
Fonte: Site Canção Nova

São João Paulo II sobre o Caminho Neocatecumenal


São João II Paulo sobre o Caminho Neocatecumenal:

São João Paulo II vos disse: 

" Reconheço o Caminho Neocatecumenal como um itinerário de formação católica, válido para a sociedade e para os tempos atuais "

 Epist. Ogniqualvolta, 30 de Agosto de 1990: AAS 82 [1990], 1515. 

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO AO CAMINHO NEOCATECUMENAL


DISCURSO DO PAPA FRANCISCO
AOS MEMBROS DO CAMINHO NEOCATECUMENAL
Sala Paulo VI
06/03/2015

Amados irmãos e irmãs!

Bom dia a todos. E muito obrigado por terdes vindo a este encontro.

A tarefa do Papa, a tarefa de Pedro, é confirmar os irmãos na fé. Assim também vós com este gesto quisestes pedir ao Sucessor de Pedro que confirme a vossa chamada, que apoie a vossa missão, que abençoe o vosso carisma. E eu hoje confirmo a vossa chamada, apoio a vossa missão e abençoo o vosso carisma. Não o faço porque ele [indicou Kiko] me pagou, não! Faço-o porque o quero fazer. Ide em nome de Cristo a todo o mundo levar o seu Evangelho: Cristo vos preceda, Cristo vos acompanhe, Cristo realize aquela salvação da qual sois portadores!
Juntamente convosco saúdo todos os Cardeais e Bispos que vos acompanham hoje e que nas suas dioceses apoiam a vossa missão. Em particular saúdo os iniciadores do Caminho Neocatecumenal, Kiko Argüello e Carmen Hernández, juntamente com o padre Mario Pezzi: também a eles expresso o meu apreço e encorajamento por quanto, através do Caminho, estão a fazer em benefício da Igreja. Eu digo sempre que o Caminho Neocatecumenal faz um grande bem à Igreja.
Como Kiko disse, o nosso encontro de hoje é um convite missionário, em obediência a quanto Cristo nos pediu e ouvimos no Evangelho. E sinto-me particularmente contente porque esta vossa missão se realiza graças às famílias cristãs que, reunidas numa comunidade, têm a missão de dar sinais da fé que atraem os homens para a beleza do Evangelho, segundo as palavras de Cristo: «Amai-vos uns aos outros como eu vos amei; disto saberão que sois meus discípulos» (cf.Jo13, 34), e «sede um só e o mundo acreditará» (cf.Jo17, 21). Estas comunidades, chamadas pelos Bispos, são formadas por um presbítero e por quatro ou cinco famílias, com filhos até grandes, e constituem uma «missio ad gentes», com um mandato para evangelizar os não-cristãos. Os não-cristãos que nunca ouviram falar de Jesus Cristo, e os muitos não-cristãos que se esqueceram de quem era Jesus Cristo, de quem é Jesus Cristo: não-cristãos baptizados, mas aos quais a secularização, a mundanidade e muitas outras coisas fizeram esquecer a fé. Despertai aquela fé!
Portanto, antes do que com a palavra, é com o vosso testemunho de vida que manifestais o coração da revelação de Cristo: que Deus ama o homem até se entregar à morte por ele e que foi ressuscitado pelo Pai para nos dar a graça de oferecer a nossa vida aos outros. O mundo de hoje tem extrema necessidade desta grande mensagem. Quanta solidão, quanto sofrimento, quanta distância de Deus em tantas periferias da Europa e da América e em tantas cidades da Ásia! Quanta necessidade tem o homem de hoje, em todas as latitudes, de ouvir que Deus o ama e que o amor é possível! Estas comunidades cristãs, graças a vós, famílias missionárias, têm a tarefa essencial de tornar visível esta mensagem. E qual é a mensagem? «Cristo ressuscitou, Cristo vive! Cristo está vivo entre nós!».
Vós recebestes a força de deixar tudo e de partir para terras distantes graças a um caminho de iniciação cristã, vivido em pequenas comunidades, nas quais redescobristes as imensas riquezas do vosso Baptismo. Este é o Caminho Neocatecumenal, um verdadeiro dom da Providência à Igreja do nosso tempo, como já afirmaram os meus Predecessores; sobretudo são João Paulo II, quando vos disse: «Reconheço o Caminho Neocatecumenal como um itinerário de formação católica, válido para a sociedade e para os tempos actuais» (Epist. Ogniqualvolta, 30 de Agosto de 1990: AAS 82 [1990], 1515). O Caminho baseia-se naquelas três dimensões da Igreja que são a Palavra, a Liturgia e a Comunidade. Por isso, a escuta obediente e constante da Palavra de Deus; a celebração eucarística em pequenas comunidades depois das primeiras vésperas do domingo, a celebração das laudes em família aos domingos com todos os filhos e a partilha da própria fé com outros irmãos estão na origem dos tantos dons que o Senhor vos concedeu, assim como as numerosas vocações ao presbiterado e à vida consagrada. Ver tudo isto é de grande consolação, porque confirma que o Espírito de Deus está vivo e activo na sua Igreja, também hoje, e que corresponde às necessidades do homem moderno.
Em diversas ocasiões insisti sobre a necessidade que a Igreja tem de passar de uma pastoral de simples conservação para uma pastoral decididamente missionária (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 15). Quantas vezes, na Igreja, temos Jesus dentro e não o deixamos sair... Quantas vezes! Isto é a coisa mais importante que devemos fazer se não quisermos que a água estagne na Igreja. Há anos que o Caminho está a realizar estas missio ad gentes entre os não cristãos, para uma implantatio Ecclesiae, uma nova presença de Igreja, onde a Igreja não existe ou já não é capaz de alcançar as pessoas. «Quanta alegria nos dais com a vossa presença e com a vossa actividade!» — disse-vos o beato Papa Paulo VI na primeira audiência convosco (8 de Maio de 1974):  Insegnamenti di Paolo VI, XII [1974], 407). Também eu faço minhas estas palavras e encorajo-vos a ir em frente, confiando-vos à Santa Virgem Maria que inspirou o Caminho Neocatecumenal. Que ela interceda por vós diante do seu Filho divino.

Caríssimos, que o Senhor vos acompanhe. Ide, com a minha Bênção!


A Eleição do Papa Paulo VI - Conclave 1963

 A Eleição do Papa Paulo VI

 Conclave 1963


Últimas palavras do Papa João Paulo I

ÚLTIMAS PALAVRAS E IMAGENS DO PAPA JOÃO PAULO I


PAPA JOÃO PAULO I

Papa João Paulo I


PAPA JOÃO PAULO I

 Em 1978 o Sacro Colégio dos Cardeais elegia como Papa, em um conclave que durou apenas 26 horas, como sucessor de Paulo VI, o patriarca de Veneza, Cardeal Albino Luciani, que adotaria o nome de João Paulo I e teria um dos pontificados mais breves da história da Igreja: apenas 33 dias. De fato, viria a falecer no dia 28 de setembro sucessivo.
O conclave teve início às 16h30 de sexta-feira, 25 de agosto, e se concluiu 26 horas depois, com a escolha do Cardeal Luciani. Foi o conclave mais rápido do século XX, depois do de 1939. Às 19h19 de 26 de agosto, se erguiam as cortinas do balcão central da basílica vaticana, e o Cardeal Pericle Felici pronunciava a fórmula latina "habemus papam".
Dois dias antes, o Cardeal Albino Luciani escrevera à sua sobrinha, Pia: "Não sei quanto tempo durará este conclave. É difícil encontrar a pessoa apropriada para enfrentar tantos problemas que são cruzes muito pesadas. Felizmente, não corro riscos…" 
Mas corria… de fato, poucas horas depois, diante dos cardeais que se inclinavam em sinal de submissão, diria: "O que vocês fizeram? Que Deus os perdoe!"
Mas a escolha não o encontrou despreparado. Estava ali, a começar pelo nome, João Paulo I: inédito, pronto para unir, simbolicamente, os pontificados dos dois pontífices do Concílio Vaticano II, João XXIII e Paulo VI, numa síntese original, nascida de uma perspectiva muito pessoal.
Mudanças em poucos dias
Essa perspectiva pessoal se confirmou logo no início do pontificado: manutenção da estrutura curial, renúncia à coroação, à tiara e à sede gestatória, assim como sua solicitação para que fossem suspensas as formalidades da audiência aos cardeais com mais de 80 anos, que não haviam participado do escrutínio, e que deveriam prestar voto de obediência ao novo pontífice.
Um pontificado iniciado com tais auspícios prometia deixar uma marca indelével na história da Igreja. Uma promessa que, todavia, não teve tempo suficiente para se concretizar. Foi brutalmente detida na noite de 28 para 29 de setembro, com o seu precoce falecimento.
Mas o breve e saudoso pontificado de João Paulo I não deixou apenas o seu sorriso franco e sincero, aberto ao mundo. Assinalou o início de uma transformação. Aqueles 33 dias bastaram para que Albino Luciani inaugurasse uma imagem de pontífice liberada de entraves e formas protocolares, a começar pelo uso simples e direito do "eu", no lugar do habitual plural majestático, e prosseguindo com seus discursos improvisados, que deram ensejo a não poucas preocupações nos âmbitos curiais.
Papa João Paulo I reafirmou continuamente e com humildade, a essencialidade da mensagem evangélica, com referências contínuas à pobreza e ao correto uso da propriedade privada.


Anúncio Papa João Paulo I - Conclave 1978


Anúncio Papa João Paulo I 

 Conclave 1978




Anúncio Papa Bento XVI - Conclave 2005

Anúncio Papa Bento XVI 

 Conclave 2005




Anúncio Papa João Paulo II - Conclave 1978

Anúncio Papa João Paulo II

Conclave 1978





Vídeo mostra o anúncio da eleição do Cardeal Karol Wojtyla( Papa João Paulo II) como o novo Papa após a morte do Papa João Paulo I.

Anúncio Papa Francisco - Conclave 2013


Anúncio Papa Francisco 

 Conclave 2013




Missa Domingo de Ramos - Paróquia Água Verde Curitiba

MISSA DOMINGO DE RAMOS 2017

PARÓQUIA ÁGUA VERDE CURITIBA PR

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


AddressAv. Água Verde, 1018 - Água Verde, Curitiba - PR, 80620-200
Phone(41) 3242-4174
site: http://www.paroquiaaguaverde.org.br

Papa Francisco : Semana Santa


Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal
Irmãos e irmãs, bom dia!
Tenho o prazer de acolher-vos nesta minha primeira Audiência Geral. Com grande reconhecimento e veneração acolho o “testemunho” das mãos do meu amado predecessor Bento XVI. Depois da Páscoa retomaremos as catequeses do Ano da Fé. Hoje gostaria de concentrar-me um pouco sobre a Semana Santa. Com o Domingo de Ramos iniciamos esta Semana – centro de todo o Ano Litúrgico – na qual acompanhamos Jesus em sua Paixão, Morte e Ressurreição.
Mas o que pode querer dizer viver a Semana Santa para nós? O que significa seguir Jesus em seu caminho no Calvário para a Cruz e a ressurreição? Em sua missão terrena, Jesus percorreu os caminhos da Terra Santa; chamou 12 pessoas simples para que permanecessem com Ele, compartilhando o seu caminho e para que continuassem a sua missão; escolheu-as entre o povo cheio de fé nas promessas de Deus. Falou a todos, sem distinção, aos grandes e aos humildes, ao jovem rico e à pobre viúva, aos poderosos e aos indefesos; levou a misericórdia e o perdão de Deus; curou, consolou, compreendeu; doou esperança; levou a todos a presença de Deus que se interessa por cada homem e cada mulher, como faz um bom pai e uma boa mãe para cada um de seus filhos. Deus não esperou que fôssemos a Ele, mas foi Ele que se moveu para nós, sem cálculos, sem medidas. Deus é assim: Ele dá sempre o primeiro passo, Ele se move para nós. Jesus viveu a realidade cotidiana do povo mais comum: comoveu-se diante da multidão que parecia um rebanho sem pastor; chorou diante do sofrimento de Marta e Maria pela morte do irmão Lázaro; chamou um cobrador de impostos como seu discípulo; sofreu também a traição de um amigo. Nele Deus nos doou a certeza de que está conosco, em meio a nós. “As raposas – disse Ele, Jesus – as raposas têm suas tocas e as aves do céu os seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça” (Mt 8, 20). Jesus não tem casa porque a sua casa é o povo, somos nós, a sua missão é abrir a todos as portas de Deus, ser a presença do amor de Deus.
Na Semana Santa nós vivemos o ápice deste momento, deste plano de amor que percorre toda a história da relação entre Deus e a humanidade. Jesus entra em Jerusalém para cumprir o último passo, no qual reassume toda a sua existência: doa-se totalmente, não tem nada para si, nem mesmo a vida. Na Última Ceia, com os seus amigos, compartilha o pão e distribui o cálice “por nós”. O Filho de Deus se oferece a nós, entrega em nossas mãos o seu Corpo e o seu Sangue para estar sempre conosco, para morar em meio a nós. E no Monte das Oliveiras, como no processo diante de Pilatos, não oferece resistência, doa-se; é o Servo sofredor profetizado por Isaías que se despojou até a morte (cfr Is 53,12).
Jesus não vive este amor que conduz ao sacrifício de modo passivo ou como um destino fatal; certamente não esconde a sua profunda inquietação humana diante da morte violenta, mas se confia com plena confiança ao Pai. Jesus entregou-se voluntariamente à morte para corresponder ao amor de Deus Pai, em perfeita união com a sua vontade, para demonstrar o seu amor por nós. Na cruz Jesus “me amou e entregou a si mesmo” (Gal 2,20). Cada um de nós pode dizer: amou-me e entregou a si mesmo por mim. Cada um pode dizer este “por mim”.
O que significa tudo isto para nós? Significa que este é também o meu, o teu, o nosso caminho. Viver a Semana Santa seguindo Jesus não somente com a emoção do coração; viver a Semana Santa seguindo Jesus quer dizer aprender a sair de nós mesmos – como disse domingo passado – para ir ao encontro dos outros, para ir para as periferias da existência, mover-nos primeiro para os nossos irmãos e as nossas irmãs, sobretudo aqueles mais distantes, aqueles que são esquecidos, aqueles que tema mais necessidade de compreensão, de consolação, de ajuda. Há tanta necessidade de levar a presença viva de Jesus misericordioso e rico de amor!
Viver a Semana Santa é entrar sempre mais na lógica de Deus, na lógica da Cruz, que não é antes de tudo aquela da dor e da morte, mas aquela do amor e da doação de si que traz vida. É entrar na lógica do Evangelho. Seguir, acompanhar Cristo, permanecer com Ele exige um “sair”, sair. Sair de si mesmo, de um modo cansado e rotineiro de viver a fé, da tentação de fechar-se nos próprios padrões que terminam por fechar o horizonte da ação criativa de Deus. Deus saiu de si mesmo para vir em meio a nós, colocou a sua tenda entre nós para trazer-nos a sua misericórdia que salva e doa esperança. Também nós, se desejamos segui-Lo e permanecer com Ele, não devemos nos contentar em permanecer no recinto das 99 ovelhas, devemos “sair”, procurar com Ele a ovelha perdida, aquela mais distante. Lembrem-se bem: sair de nós mesmo, como Jesus, como Deus saiu de si mesmo em Jesus e Jesus saiu de si mesmo por todos nós.
Alguém poderia dizer-me: “Mas, padre, não tenho tempo”, “tenho tantas coisas a fazer”, “é difícil”, “o que posso fazer com as minhas poucas forças, também com o meu pecado, com tantas coisas?”. Sempre nos contentamos com alguma oração, com uma Missa dominical distraída e não constante, com qualquer gesto de caridade, mas não temos esta coragem de “sair” para levar Cristo. Somos um pouco como São Pedro. Assim que Jesus fala de paixão, morte e ressurreição, de doação de si, de amor para todos, o Apóstolo o leva para o lado e o repreende. Aquilo que diz Jesus perturba os seus planos, parece inaceitável, coloca em dificuldade as seguranças que se havia construído, a sua ideia de Messias. E Jesus olha para os discípulos e dirige a Pedro talvez uma das palavras mais duras dos Evangelhos: “Afasta-te de mim, Satanás, porque teus sentimentos não são os de Deus, mas os dos homens” (Mc 8, 33). Deus pensa sempre com misericórdia: não se esqueçam disso. Deus pensa sempre com misericórdia: é o Pai misericordioso! Deus pensa como o pai que espera o retorno do filho e vai ao seu encontro, vê-lo vir quando ainda é distante…O que isto significa? Que todos os dias ia ver se o filho retornava a casa: este é o nosso Pai misericordioso. É o sinal que o esperava de coração no terraço de sua casa. Deus pensa como o samaritano que não passa próximo à vítima olhando por outro lado, mas socorrendo-a sem pedir nada em troca; sem perguntar se era judeu, se era pagão, se era samaritano, se era rico, se era pobre: não pergunta nada. Não pergunta essas coisas, não pergunta nada. Vai em seu auxílio: assim é Deus. Deus pensa como o pastor que doa a sua vida para defender e salvar as ovelhas.
A Semana Santa é um tempo de graça que o Senhor nos doa para abrir as portas do nosso coração, da nossa vida, das nossas paróquias – que pena tantas paróquias fechadas! – dos movimentos, das associações, e “sair” de encontro aos outros, fazer-nos próximos para levar a luz e a alegria da nossa fé. Sair sempre! E isto com amor e com a ternura de Deus, no respeito e na paciência, sabendo que nós colocamos as nossas mãos, os nossos pés, o nosso coração, mas em seguida é Deus que os orienta e torna fecunda cada ação nossa.
Desejo a todos viver bem estes dias seguindo o Senhor com coragem, levando em nós mesmos um raio do seu amor a quantos encontrarmos.

Novena Em Deus Espero um Milagre


NOVENA:

EM DEUS ESPERO UM MILAGRE


Jesus, pelos milagres recebidos, obrigado Senhor; pelos que ainda não recebi, minha hora vai chegar.
Meu Jesus, em Vós deposito toda a minha confiança. Vós sabeis tudo, sois Senhor do Universo, sois o Rei dos reis.
Jesus, Vós fizestes o paralítico andar, o morto reviver, o leproso sarar. Confiando em Vosso poder e em Vossa misericórdia, peço que façais esse milagre em minha vida:
(Peça a graça)
Divino Jesus, agradeço por tantas graças alcançadas, tantas maravilhas que fazes em minha vida. Confiando, que em Vós, a minha hora vai chegar, imploro esta graça que tanto necessito:
(Repita o pedido com muita fé)
Jesus, eu tenho confiança em Vós. E hoje Vos peço, toca em meu coração e aumenta a minha fé para que eu possa ver e testemunhar as maravilhas do Teu Reino.
Jesus, pelos milagres recebidos, obrigado Senhor; pelos que ainda não recebi, minha hora vai chegar.
Senhor, eu creio em Teu poder.
Senhor, eu creio na Tua graça.
Senhor, eu creio na Tua promessa.

Em Ti, Senhor, eu espero um milagre.
Em Deus eu espero um milagre. (3x)
Amém.

Quando será a Páscoa?


PERGUNTA DO VISITANTE:

Qual dia será a Páscoa?

Em 2017 a Páscoa será dia 16 de Abril, Domingo.
Fique atento as atividades de sua paróquia.
Participe das celebrações de páscoa, época muito importante a nós católicos.