13/12/2018 Papa Francisco celebra hoje 49 anos de ordenação sacerdotal !!



Fotografias: Companhia de Jesus e ACI Prensa - Daniel Ibañez


Em 13 de dezembro de 1969, apenas quatro dias antes de completar 33 anos de idade, o jesuíta Jorge Mario Bergoglio, agora Papa Francisco, foi ordenado sacerdote pelo Arcebispo Emérito do Córdoba (Argentina), Dom Ramón José Castellano.
Aquele 13 de dezembro, há 49 anos, foi um sábado, vésperas do terceiro domingo de Advento. Na liturgia da Igreja, este dia é conhecido como domingo do Gaudete ou domingo da alegria, para muitos o selo do Pontificado do Papa Francisco.
Segundo o livro “O jesuíta: Conversas com o cardeal Jorge Bergoglio”, Francisco descobriu a sua vocação ao sacerdócio enquanto estava a caminho para celebrar o Dia da Primavera. Quando passou por uma igreja para se confessar, finalmente acabou sendo inspirado por aquele sacerdote.
Fonte: ACI DIGITAL

Mensagem do Papa Francisco para Dia Mundial da Paz 2018

Mensagem do Papa Francisco para o 51º Dia Mundial da Paz (1º de janeiro de 2018)
Sexta-feira, 24 de novembro de 017
Boletim da Santa Sé 
Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz
1. Votos de paz
Paz a todas as pessoas e a todas as nações da terra! A paz, que os anjos anunciam aos pastores na noite de Natal,(1) é uma aspiração profunda de todas as pessoas e de todos os povos, sobretudo de quantos padecem mais duramente pela sua falta. Dentre estes, que trago presente nos meus pensamentos e na minha oração, quero recordar de novo os mais de 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados. Estes últimos, como afirmou o meu amado predecessor Bento XVI, «são homens e mulheres, crianças, jovens e idosos que procuram um lugar onde viver em paz».(2) E, para o encontrar, muitos deles estão prontos a arriscar a vida numa viagem que se revela, em grande parte dos casos, longa e perigosa, a sujeitar-se a fadigas e sofrimentos, a enfrentar arames farpados e muros erguidos para os manter longe da meta.
Com espírito de misericórdia, abraçamos todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se veem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental.
Estamos cientes de que não basta abrir os nossos corações ao sofrimento dos outros. Há muito que fazer antes de os nossos irmãos e irmãs poderem voltar a viver em paz numa casa segura. Acolher o outro requer um compromisso concreto, uma corrente de apoios e beneficência, uma atenção vigilante e abrangente, a gestão responsável de novas situações complexas que às vezes se vêm juntar a outros problemas já existentes em grande número, bem como recursos que são sempre limitados. Praticando a virtude da prudência, os governantes saberão acolher, promover, proteger e integrar, estabelecendo medidas práticas, «nos limites consentidos pelo bem da própria comunidade retamente entendido, [para] lhes favorecer a integração»(3). Os governantes têm uma responsabilidade precisa para com as próprias comunidades, devendo assegurar os seus justos direitos e desenvolvimento harmónico, para não serem como o construtor insensato que fez mal os cálculos e não conseguiu completar a torre que começara a construir.(4)
2. Porque há tantos refugiados e migrantes?
Na mensagem para idêntica ocorrência no Grande Jubileu pelos 2000 anos do anúncio de paz dos anjos em Belém, São João Paulo II incluiu o número crescente de refugiados entre os efeitos de «uma sequência infinda e horrenda de guerras, conflitos, genocídios, “limpezas étnicas”»(5) que caraterizaram o século XX. E até agora, infelizmente, o novo século não registou uma verdadeira viragem: os conflitos armados e as outras formas de violência organizada continuam a provocar deslocações de populações no interior das fronteiras nacionais e para além delas.
Todavia as pessoas migram também por outras razões, sendo a primeira delas «o desejo de uma vida melhor, unido muitas vezes ao intento de deixar para trás o “desespero” de um futuro impossível de construir».(6) As pessoas partem para se juntar à própria família, para encontrar oportunidades de trabalho ou de instrução: quem não pode gozar destes direitos, não vive em paz. Além disso, como sublinhei na Encíclica Laudato si’, «é trágico o aumento de migrantes em fuga da miséria agravada pela degradação ambiental».(7)
A maioria migra seguindo um percurso legal, mas há quem tome outros caminhos, sobretudo por causa do desespero, quando a pátria não lhes oferece segurança nem oportunidades, e todas as vias legais parecem impraticáveis, bloqueadas ou demasiado lentas.
Em muitos países de destino, generalizou-se largamente uma retórica que enfatiza os riscos para a segurança nacional ou o peso do acolhimento dos recém-chegados, desprezando assim a dignidade humana que se deve reconhecer a todos, enquanto filhos e filhas de Deus. Quem fomenta o medo contra os migrantes, talvez com fins políticos, em vez de construir a paz, semeia violência, discriminação racial e xenofobia, que são fonte de grande preocupação para quantos têm a peito a tutela de todos os seres humanos.(8)
Todos os elementos à disposição da comunidade internacional indicam que as migrações globais continuarão a marcar o nosso futuro. Alguns consideram-nas uma ameaça. Eu, pelo contrário, convido-vos a vê-las com um olhar repleto de confiança, como oportunidade para construir um futuro de paz.
3. Com olhar contemplativo
A sabedoria da fé nutre este olhar, capaz de intuir que todos pertencemos «a uma só família, migrantes e populações locais que os recebem, e todos têm o mesmo direito de usufruir dos bens da terra, cujo destino é universal, como ensina a doutrina social da Igreja. Aqui encontram fundamento a solidariedade e a partilha».(9) Estas palavras propõem-nos a imagem da nova Jerusalém. O livro do profeta Isaías (cap. 60) e, em seguida, o Apocalipse (cap. 21) descrevem-na como uma cidade com as portas sempre abertas, para deixar entrar gente de todas as nações, que a admira e enche de riquezas. A paz é o soberano que a guia, e a justiça o princípio que governa a convivência dentro dela.
Precisamos de lançar, também sobre a cidade onde vivemos, este olhar contemplativo, «isto é, um olhar de fé que descubra Deus que habita nas suas casas, nas suas ruas, nas suas praças (…), promovendo a solidariedade, a fraternidade, o desejo de bem, de verdade, de justiça»,(1)0 por outras palavras, realizando a promessa da paz.
Detendo-se sobre os migrantes e os refugiados, este olhar saberá descobrir que eles não chegam de mãos vazias: trazem uma bagagem feita de coragem, capacidades, energias e aspirações, para além dos tesouros das suas culturas nativas, e deste modo enriquecem a vida das nações que os acolhem. Saberá vislumbrar também a criatividade, a tenacidade e o espírito de sacrifício de inúmeras pessoas, famílias e comunidades que, em todas as partes do mundo, abrem a porta e o coração a migrantes e refugiados, inclusive onde não abundam os recursos.
Este olhar contemplativo saberá, enfim, guiar o discernimento dos responsáveis governamentais, de modo a impelir as políticas de acolhimento até ao máximo dos «limites consentidos pelo bem da própria comunidade retamente entendido»,(11) isto é, tomando em consideração as exigências de todos os membros da única família humana e o bem de cada um deles.
Quem estiver animado por este olhar será capaz de reconhecer os rebentos de paz que já estão a despontar e cuidará do seu crescimento. Transformará assim em canteiros de paz as nossas cidades, frequentemente divididas e polarizadas por conflitos que se referem precisamente à presença de migrantes e refugiados.
4. Quatro pedras miliárias para a ação
Oferecer a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de tráfico humano uma possibilidade de encontrar aquela paz que andam à procura, exige uma estratégia que combine quatro ações: acolher, proteger, promover e integrar.(12)
«Acolher» faz apelo à exigência de ampliar as possibilidades de entrada legal, de não repelir refugiados e migrantes para lugares onde os aguardam perseguições e violências, e de equilibrar a preocupação pela segurança nacional com a tutela dos direitos humanos fundamentais. Recorda-nos a Sagrada Escritura: «Não vos esqueçais da hospitalidade, pois, graças a ela, alguns, sem o saberem, hospedaram anjos».(13)
«Proteger» lembra o dever de reconhecer e tutelar a dignidade inviolável daqueles que fogem dum perigo real em busca de asilo e segurança, de impedir a sua exploração. Penso de modo particular nas mulheres e nas crianças que se encontram em situações onde estão mais expostas aos riscos e aos abusos que chegam até ao ponto de as tornar escravas. Deus não discrimina: «O Senhor protege os que vivem em terra estranha e ampara o órfão e a viúva».(14)
«Promover» alude ao apoio para o desenvolvimento humano integral de migrantes e refugiados. Dentre os numerosos instrumentos que podem ajudar nesta tarefa, desejo sublinhar a importância de assegurar às crianças e aos jovens o acesso a todos os níveis de instrução: deste modo poderão não só cultivar e fazer frutificar as suas capacidades, mas estarão em melhores condições também para ir ao encontro dos outros, cultivando um espírito de diálogo e não de fechamento ou de conflito. A Bíblia ensina que Deus «ama o estrangeiro e dá-lhe pão e vestuário»; daí a exortação: «Amarás o estrangeiro, porque foste estrangeiro na terra do Egito».(15)
Por fim, «integrar» significa permitir que refugiados e migrantes participem plenamente na vida da sociedade que os acolhe, numa dinâmica de mútuo enriquecimento e fecunda colaboração na promoção do desenvolvimento humano integral das comunidades locais. «Portanto – como escreve São Paulo – já não sois estrangeiros nem imigrantes, mas sois concidadãos dos santos e membros da casa de Deus».(16)
5. Uma proposta para dois Pactos internacionais
Almejo do fundo do coração que seja este espírito a animar o processo que, no decurso de 2018, levará à definição e aprovação por parte das Nações Unidas de dois pactos globais: um para migrações seguras, ordenadas e regulares, outro referido aos refugiados. Enquanto acordos partilhados a nível global, estes pactos representarão um quadro de referência para propostas políticas e medidas práticas. Por isso, é importante que sejam inspirados por sentimentos de compaixão, clarividência e coragem, de modo a aproveitar todas as ocasiões para fazer avançar a construção da paz: só assim o necessário realismo da política internacional não se tornará uma capitulação ao cinismo e à globalização da indiferença.
De facto, o diálogo e a coordenação constituem uma necessidade e um dever próprio da comunidade internacional. Mais além das fronteiras nacionais, é possível também que países menos ricos possam acolher um número maior de refugiados ou acolhê-los melhor, se a cooperação internacional lhes disponibilizar os fundos necessários.
A Secção Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral sugeriu 20 pontos de ação(17) como pistas concretas para a implementação dos supramencionados quatro verbos nas políticas públicas e também na conduta e ação das comunidades cristãs. Estas e outras contribuições pretendem expressar o interesse da Igreja Católica pelo processo que levará à adoção dos referidos pactos globais das Nações Unidas. Um tal interesse confirma uma vez mais a solicitude pastoral que nasceu com a Igreja e tem continuado em muitas das suas obras até aos nossos dias.
6. Em prol da nossa casa comum
Inspiram-nos as palavras de São João Paulo II: «Se o “sonho” de um mundo em paz é partilhado por tantas pessoas, se se valoriza o contributo dos migrantes e dos refugiados, a humanidade pode tornar-se sempre mais família de todos e a nossa terra uma real “casa comum”».(18) Ao longo da história, muitos acreditaram neste «sonho» e as suas realizações testemunham que não se trata duma utopia irrealizável.
Entre eles conta-se Santa Francisca Xavier Cabrini, cujo centenário do nascimento para o Céu ocorre em 2017. Hoje, dia 13 de novembro, muitas comunidades eclesiais celebram a sua memória. Esta pequena grande mulher, que consagrou a sua vida ao serviço dos migrantes tornando-se depois a sua Padroeira celeste, ensinou-nos como podemos acolher, proteger, promover e integrar estes nossos irmãos e irmãs. Pela sua intercessão, que o Senhor nos conceda a todos fazer a experiência de que «o fruto da justiça é semeado em paz por aqueles que praticam a paz».(19)
Vaticano, 13 de novembro de 2017
Memória de Santa Francisca Xavier Cabrini, Padroeira dos migrantes
FRANCISCO
_____________________________
1 Cf. Evangelho de Lucas 2, 14.
2 Alocução do Angelus (15/I/2012).
3 João XXIII, Carta enc. Pacem in terris, 106.
4 Cf. Evangelho de Lucas 14, 28-30.
5 Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2000, 3.
6 Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2013.
7 N.º 25.
8 Cf. Francisco, Discurso aos Diretores nacionais da Pastoral dos Migrantes, participantes no Encontro promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa (22/IX/2017).
9 Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2011.
10 Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 71.
11 João XXIII, Carta enc. Pacem in terris, 106.
12 Francisco, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2018, (15/VIII/2017).
13 Carta aos Hebreus 13, 2.
14 Salmo 146, 9.
15 Livro do Deuteronómio 10, 18-19.
16 Carta aos Efésios 2, 19.
17 «20 Pontos de Ação Pastoral» e «20 Pontos de Ação para os Pactos Globais» (2017). Cf. também Documento ONU A/72/528.
18 Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2004, 6.
19 Carta de Tiago 3, 18.

O Que é Que Eu Sou Sem Jesus - Padre Alessandro Campos (O Que é Que Eu S...





Música:

O Que é Que Eu Sou Sem Jesus - Padre Alessandro Campos



TESTEMUNHO PE REGINALDO MANZOTTI | VI RETIRO





Belo vídeo!

Fiquem com Deus irmãos!

Há um tempo para cada coisa - Pe. Fábio de Melo



Há um tempo para cada coisa - Pe. Fábio de Melo



Fiquem com Deus!

Ajudem na divulgação do projeto católico desse site!

Não se entregue às reclamações - Pe. Fábio de Melo





Agradecemos ao irmão que postou no youtube essa palestra excepcional!

Programa de 12/Fevereiro/2014. Neste vídeo Padre Fábio de Melo faz uma reflexão a partir da música Hoje livre sou, do Ministério Adoração e Vida, falando das situações em que superamos os sofrimentos. Não devemos ficar presos às reclamações, as situações de dificuldade e sofrimento devem servir para nos fazer amadurecer.



Fiquem com Deus!

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PADRE FÁBIO DE MELO - Só as melhores músicas 2018





Olá irmãos! Nesse vídeo do youtube temos mais de 1 hora só com as melhoras músicas do Padre Fábio de Melo!



Abraços!

Assista as Homilias do Padre Reginaldo Manzotti


Olá irmãos! Rezemos! 
Para os que gostam de rever ou ver as palavras do Padre Reginaldo com calma e reflexão, existe os vídeos postados pela associação. Vale a pena conferir e parar um momento no dia para oração e reflexão.
O Site do Padre Reginaldo Manzotti disponibiliza quase todas suas Homilias para acesso ao vídeo.

Oração Nossa Senhora do Perpetuo Socorro

Oração à 
Nossa Senhora do Perpetuo Socorro

Mãe. Por ela vencerás” (Serva de Deus, Madre Maria José de Jesus)

Ó Mãe do Perpétuo Socorro eis aqui diante de vossos pés um pobre pecador, que recorre a Vós e põe em vós a sua confiança. Ó Mãe de Misericórdia, tende piedade de mim. Sei que todos Vos chamam de refúgio e esperança dos pecadores. Sede também o meu refúgio e a minha esperança. Socorrei-me, pelo amor de Jesus Cristo.

Louvo e agradeço a Deus que, pela sua misericórdia me inspirou uma grande confiança em vós. Confesso Ter caído muitas vezes no pecado, por não Ter recorrido a vós, mas com o Vosso socorro serei sempre vitorioso. Sei que haveis de me ajudar, se me recomendar a Vós; mas nas ocasiões perigosas temo não Vos invocar e causar assim a perda de minha alma. Peço -vos encarecidamente, me concedeis a graça de Vos invocar nas necessidades e tribulações.
Nossa Senhora, rogai por nós. Amém.

Acenda uma Vela de 7 dias Virtual com intenções à Nossa Senhora Aparecida

VELA DE 7 DIAS - VIRTUAL
NOSSA SENHORA APARECIDA


Caros irmãos,

Os tempos modernos chegaram para ficar.
Acendam uma vela virtual no A12 site do santuário de aparecida do norte.
A vela é virtual mas  mas ela significa o seu desejo de acender uma vela real pelas suas intenções ou em seus momentos de oração.

Fiquem com Deus e rezem pelo nosso Portal que logo completa 3 anos de vida!


Encontro Mundial das Famílias 2018


Encontro Mundial das Famílias 2018

De 22 a 26 de agosto, acontece em Dublin, na Irlanda, o 9º Encontro Mundial das Famílias, e a esperada manifestação do Papa Francisco sobre esse tema. O encontro vem sendo preparado como um grande simpósio, muitas palestras, oficinas, reflexões e celebrações para os milhares de participantes do mundo todo, que levarão para seus países essa reflexão, para que continue dando frutos em toda parte.
“Esperamos que esse encontro reforce o trabalho de evangelização que vem sendo realizado pela Pastoral Familiar, esclareça questões, chame a atenção do mundo para a importância da família, construída segundo a vontade de Deus, pois só assim ela pode ser alegria para o mundo”, finaliza dom Bosco.
Do Brasil, além das famílias que se inscreveram no encontro, estarão presentes o presidente da Comissão para a Vida e Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de Sousa, o assessor nacional da comissão, padre Jorge Alves Filho e o casal coordenador nacional da Pastoral Familiar, Luiz Zilfredo Stolf e Carmen Rodrigues Stolf.
O Encontro Mundial das Famílias foi idealizado pelo papa São João Paulo II em 1992 e acontece a cada três anos. O objetivo é “celebrar o dom divino da família” e aprofundar a “compreensão da família cristã como Igreja doméstica e unidade básica de evangelização”.



Semana Nacional da Família 2018


Semana Nacional da Família 2018

A Igreja no Brasil celebra entre os dias 12 e 18 de agosto a Semana Nacional da Família, evento promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).
Este ano, o evento que já faz parte do calendário das paróquias brasileiras tem como tema “O Evangelho da Família, alegria para o mundo”, a mesma temática do IX Encontro Mundial das Famílias com o Papa Francisco, que acontece em Dublim, Irlanda, também em agosto.
Portanto, é preciso se preparar para viver intensamente a alegria que os eventos vão proporcionar. Para incentivar a participação da comunidade, dom Bosco ressalta que a Pastoral Familiar de cada comunidade, ou mesmo as que não contam com a pastoral, oferecem inúmeras ocasiões de encontros, celebrações, ações missionárias, palestras e eventos sobre os temas ligados à família.

COMPARTILHEM ESSA MENSAGEM!

14 de Julho: Dia de São Camilo de Léllis: 7 curiosidades sobre o santo




No marco da festa de São Camilo do Léllis, celebrada neste dia 14 de julho, apresentamos 7 coisas que talvez não conhecia sobre este grande santo padroeiro dos enfermos.
1. Seu nascimento foi considerado um milagre
A mãe de Camilo, quando estava grávida, sonhou que seu filho encabeçava um grupo em que todos levavam uma cruz vermelha no peito. Quando São Camilo nasceu, sua mãe tinha quase 60 anos e este fato foi considerado um milagre.

2. Seu pai foi mercenário
Seu pai era mercenário ao serviço da Espanha ou de Veneza e levou Camilo aos 18 anos para as batalhas.

3. Iniciou seus estudos aos 32 anos
Com 32 anos ingressou no Colégio Romano dos jesuítas, onde progrediu rapidamente nos estudos. Foi ordenado sacerdote em 26 de maio de 1584 na Basílica de São João de Latrão.

4. Conheceu São Felipe Neri
Diz-se que com o acompanhamento de São Felipe Neri, passou a suavizar seu caráter rude. Com os franciscanos capuchinhos, aprendeu a humildade e o amor ao sacrifício e, com os jesuítas, compreendeu a forte exigência da vida espiritual.

5. Rezava o Terço todos os dias
Não só rezava o Terço diariamente, como também incentivavam os outros a fazerem o mesmo. Celebrava a Missa todos os dias (algo que não era costume naquele tempo) e tinha uma grande piedade Eucarística.
6. Foi precursor da Cruz Vermelha
O santo fundou os Servos ou Ministros dos Enfermos e os enviou aos campos de batalha. Assim, 250 anos antes do nascimento da Cruz Vermelha Internacional, a “cruz vermelha” estampada nos hábitos dos filhos de São Camilo já brilhava nos campos de batalha como sinal de fraternidade.
7. Profetizou a sua morte
Profetizou que morreria em Roma na festa de São Boaventura (14 de julho, segundo o antigo calendário litúrgico) e assim aconteceu. Seu corpo foi embalsamado e retiraram o seu coração, o qual ainda hoje se encontra em um relicário.

Youtube Canal Canção Nova Play

Olá amigos, hoje venho divulgar esse importante canal católico do Youtube: o Canção Nova Play


O canal da Canção Nova no YouTube que disponibiliza todos os vídeos da Canção Nova para você!
Tenha acesso a programas, pregações, shows, acampamentos e muito mais.
Acesse a Loja Canção Nova: http://goo.gl/8Rsg6J
https://goo.gl/3gMtH7 Acesse o portal Canção Nova: http://goo.gl/GOXFYL
Faça seu cadastro agora e seja bem-vindo à Família Canção Nova: http://goo.gl/uBNjrD



Show Músicos Católicos - Canção Nova - Show Completo





Confiram esse lindo show!



Amém irmãos

Como é eleito um papa ?

   Como é eleito um papa ?

Confiram essa excelente infográfico preparado pela ACIPRENSA

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

Divulgando: Site Santuário Nacional de Aparecida


Divulgando: Site Santuário Nacional de Aparecida

Confiram o site do Santuário Nacional de Aparecida.
Nele tem orações, tem um tour virtual, tem o shopping a12 , bem como outros tópicos interessantes.

11ª Semana do Tempo Comum - Quinta-feira - COR LITÚRGICA: BRANCO

Primeira Leitura (Eclo 48,1-15)
Leitura do Livro do Eclesiástico.
1O profeta Elias surgiu como um fogo, e sua palavra queimava como uma tocha. 2Fez vir a fome sobre eles e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente. 3Pela palavra do Senhor fechou o céu e de lá fez cair fogo por três vezes. 4Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios! Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti?
5Tu, que levantaste um homem da morte e dos abismos, pela palavra do Senhor; 6tu, que precipitaste reis na ruína e fizeste cair do leito homens ilustres; 7tu, que ouviste censuras no Sinai e decretos de vingança no Horeb. 8Tu ungiste reis, para tirar vingança, e profetas, para te sucederem; 9tu foste arrebatado num turbilhão de fogo, um carro de cavalos também de fogo, 10tu, nas ameaças para os tempos futuros, foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor, para reconduzir o coração do pai ao filho, e restabelecer as tribos de Jacó.
11Felizes os que te viram, e os que adormeceram na tua amizade! 12Nós também, com certeza, viveremos; mas, após a morte, não será tal o nosso nome. 13Apenas Elias foi envolvido no turbilhão, Eliseu ficou repleto do seu espírito. Durante a vida não temeu príncipe algum, e ninguém o superou em poder. 14Nada havia acima de suas forças, e, até já morto, seu corpo profetizou. 15Durante a vida realizou prodígios e, mesmo na morte, suas obras foram maravilhosas.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 96)
— Ó justos, alegrai-vos no Senhor!
— Ó justos, alegrai-vos no Senhor!
— Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apoia na justiça e no direito.
— Vai um fogo caminhando à sua frente e devora ao redor seus inimigos. Seus relâmpagos clareiam toda a terra; toda a terra ao contemplá-los estremece.
— As montanhas se derretem como cera ante a face do Senhor de toda a terra; e assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória.
— “Os que adoram as estátuas se envergonhem e os que põem a sua glória nos seus ídolos; aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses!”

Evangelho (Mt 6,7-15)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7“Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus.
11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

11ª Semana do Tempo Comum - Quarta-feira



Primeira Leitura (2Rs 2,1.6-14)
Leitura do Segundo Livro dos Reis.
1Quando o Senhor quis arrebatar Elias ao céu, num redemoinho, Elias e Eliseu partiram de Guilgal. 6Tendo chegado a Jericó, Elias disse a Eliseu: “Permanece aqui, porque o Senhor me mandou até o Jordão”. E ele respondeu: “Pela vida do Senhor e pela tua, eu não te deixarei”. E partiram os dois juntos.
7Então, cinquenta dos filhos dos profetas os seguiram, e ficaram parados, à frente, a certa distância, enquanto eles dois chegaram à beira do Jordão. 8Elias tomou então o seu manto, enrolou-o e bateu com ele nas águas, que se dividiram para os dois lados, de modo que ambos passaram a pé enxuto. 9Depois que passaram, Elias disse a Eliseu: “Pede o que queres que eu te faça antes de ser arrebatado da tua presença”. Eliseu disse: “Que me seja dada uma dupla porção do teu espírito”.
10Elias respondeu: “Tu pedes uma coisa muito difícil. Se me vires quando me arrebatarem da tua presença, isso te será concedido; caso contrário, isso não te será dado”. 11E aconteceu que, enquanto andavam e conversavam, um carro de fogo e cavalos de fogo os separaram um do outro, e Elias subiu ao céu num redemoinho. 12Eliseu o via e gritava: “Meu pai, meu pai, carro de Israel e seu condutor!” Depois, não o viu mais. E, tomando as vestes dele, rasgou-as em duas. 13Em seguida, apanhou o manto que Elias tinha deixado cair e, voltando sobre seus passos, estacou à margem do Jordão.
14Tomou então o manto de Elias e bateu com ele nas águas dizendo: “Onde está agora o Deus de Elias?” E bateu nas águas, que se dividiram, para os dois lados, e Eliseu atravessou o rio.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório (Sl 30)
— Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais!
— Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais!
— Como é grande, ó Senhor, vossa bondade, que reservastes para aqueles que vos temem! Para aqueles que em vós se refugiam, mostrando, assim, o vosso amor perante os homens.
— Na proteção de vossa face os defendeis bem longe das intrigas dos mortais. No interior de vossa tenda os escondeis, protegendo-os contra as línguas maldizentes.
— Amai o Senhor Deus, seus santos todos, ele guarda com carinho seus fiéis, mas pune os orgulhosos com rigor.

Evangelho (Mt 6,1-6.16-18)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.
2Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, 4de modo que, a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.
5Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade, vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.
16Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade, vos digo: Eles já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.