100 mil acessos ao Portal Site Católico

 


Com muita alegria e agradecimento ao Espírito Santo comemoramos os 100.000 acessos ao site.
Queremos agradecer a todos pelos acessos e orações.
Continuemos em oração sempre!
Desde 2015 nesse projeto e vamos continuar com fé! Rumo aos 200 mil católicos em oração!



SETEMBRO: RESPEITO PELOS RECURSOS DO PLANETA TERRA - PAPA FRANCISCO


RESPEITO A VIDA, RESPEITO AO PLANETA !!! 
RESPEITO PELOS RECURSOS!!

Fofoca é pior que covid19, diz Papa Francisco

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3 Papa: Fofoca é pior que covid

Papa convida a rezar pelo Líbano neste momento trágico e doloroso







Papa convida a rezar pelo Líbano neste momento trágico e doloroso





Rezemos irmãos.



Deus abençoe o Líbano,

Deus abençoe Beirute

Deus abençoe todos.

Angelus 09 de agosto de 2020 com Papa Francisco





Angelus 09 de agosto de 2020 com Papa Francisco



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No Dia dos Avós, Papa se dirige aos jovens e pede um gesto de ternura





No Dia dos Avós, Papa se dirige aos jovens e pede um gesto de ternura.

Vejam que belo vídeo!

Deus abençoe

Pentecostes: pior do que a crise, só o drama de a desperdiçar fechando-n...





Reflexão irmãos!

Vatican Media Live - Imagens do Vaticano ao vivo 24 horas ao dia


Segue aqui o vídeo do canal oficial do Vaticano em Português do Youtube, vejam a bela imagem e sempre um música erudita de primeira classe!!!!
Fiquem com Deus irmão!


A oração do Terço diante da Gruta de Lourdes nos Jardins Vaticanos

Unidos na oração para invocar a ajuda e o socorro da Virgem Maria e para confiar a humanidade ao Senhor.
No final da tarde deste sábado, 30 de maio, o Papa Francisco rezou o Terço na Gruta de Lourdes nos Jardins Vaticanos, acompanhado por um grupo de leigos, cardeais, bispos, sacerdotes, religiosas, confiando a humanidade ao Senhor.
A oração, transmitida em Mundovisão, foi promovida pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização com o tema “Perseverantes e unidos na oração, junto com Maria (At 1,14)”.
Santuários em todo o mundo estiveram unidos neste momento de oração, que também pediu a proteção materna da Virgem Maria para enfrentar a pandemia: Fátima, Lourdes, Guadalupe, Aparecida, Luján, Pompeia, Santa Maria dos Anjos em Assis, Chinquinquira na Colômbia, Imaculada Conceição em Washington, Elele na Nigéria, Czestochowa na Polônia, entre outros.
A cerimônia teve início com o Santo Padre depositando um buquê de flores junto à imagem de Nossa Senhora de Lourdes, junto com todas as dores e esperanças da humanidade. Enquanto era entoada a “Ave Maria”, canção mariana bastante conhecida, o Santo Padre se detinha em oração silenciosa diante da imagem colocada na réplica na Gruta de Lourdes na França.
"Nós nos colocamos sob o manto materno da Virgem Maria para confiar ao Senhor, por sua intercessão, toda a humanidade, tão duramente provada neste tempo de pandemia. Estamos unidos em oração com os Santuários e as famílias de todo o mundo na recitação do Santo Terço, na conclusão do mês dedicado a Nossa Senhora" foi salientado no início da oração.
As Ave-Marias foram recitadas por diferentes categorias profissionais e sociais, representando ao menos em parte o universo das pessoas envolvidas direta ou indiretamente pela pandemia: um médico e uma enfermeira, em nome dos profissionais de saúde empenhados nos hospitais; uma pessoa curada e uma que perdeu um familiar, representando todos aqueles atingidos diretamente pelo sofrimento; um sacerdote, capelão de um hospital e uma religiosa enfermeira, representando os sacerdotes e consagrados que estiveram e estão próximos das pessoas provadas pela dor e pela doença; um farmacêutico e uma jornalista,  categorias profissionais que continuaram a desenvolver seu serviço em favor dos outros; um voluntário da Proteção Civil e sua família, representando todo o serviço de voluntariado, também policiais e bombeiros; uma jovem família, em cujo seio nasceu nestes dias uma criança, sinal da esperança e vitória sobre a morte.
Na introdução do Terço, o Papa rezou a oração:
Ó Maria,
Vós sempre resplandeceis sobre o nosso caminho
como um sinal de salvação e de esperança.
Confiamo-nos a Vós, Saúde dos Enfermos,
que permanecestes, junto da cruz, associada ao sofrimento de Jesus,
mantendo firme a vossa fé.
Vós, Salvação do Povo Romano,
sabeis do que precisamos
e temos a certeza de que no-lo providenciareis
para que, como em Caná da Galileia,
possa voltar a alegria e a festa
depois desta provação.
Ajudai-nos, Mãe do Divino Amor,
a conformar-nos com a vontade do Pai
e a fazer aquilo que nos disser Jesus,
que assumiu sobre Si as nossas enfermidades
e carregou as nossas dores
para nos levar, através da cruz,
à alegria da ressurreição. Amém.
À vossa proteção, recorremos, Santa Mãe de Deus;
não desprezeis as nossas súplicas na hora da prova
mas livrai-nos de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.
Após a oração do Terço, o Santo Padre recitou a seguinte oração a Maria:
«À vossa proteção, recorremos, Santa Mãe de Deus».
Na dramática situação atual, carregada de sofrimentos e angústias que oprimem o mundo inteiro, recorremos a Vós, Mãe de Deus e nossa Mãe, refugiando-nos sob a vossa proteção.
Ó Virgem Maria, volvei para nós os vossos olhos misericordiosos nesta pandemia do coronavírus e confortai a quantos se sentem perdidos e choram pelos seus familiares mortos e, por vezes, sepultados duma maneira que fere a alma. Sustentai aqueles que estão angustiados por pessoas enfermas de quem não se podem aproximar, para impedir o contágio. Infundi confiança em quem vive ansioso com o futuro incerto e as consequências sobre a economia e o trabalho.
Mãe de Deus e nossa Mãe, alcançai-nos de Deus, Pai de misericórdia, que esta dura prova termine e volte um horizonte de esperança e paz. Como em Caná, intervinde junto do vosso Divino Filho, pedindo-Lhe que conforte as famílias dos doentes e das vítimas e abra o seu coração à confiança.
Protegei os médicos, os enfermeiros, os agentes de saúde, os voluntários que, neste período de emergência, estão na vanguarda arriscando a própria vida para salvar outras vidas. Acompanhai a sua fadiga heroica e dai-lhes força, bondade e saúde.
Permanecei junto daqueles que assistem noite e dia os doentes, e dos sacerdotes que procuram ajudar e apoiar a todos, com solicitude pastoral e dedicação evangélica.
Virgem Santa, iluminai as mentes dos homens e mulheres de ciência, a fim de encontrarem as soluções justas para vencer este vírus.
Assisti os Responsáveis das nações, para que atuem com sabedoria, solicitude e generosidade, socorrendo aqueles que não têm o necessário para viver, programando soluções sociais e económicas com clarividência e espírito de solidariedade.
Maria Santíssima tocai as consciências para que as somas enormes usadas para aumentar e aperfeiçoar os armamentos sejam, antes, destinadas a promover estudos adequados para prevenir catástrofes do género no futuro.
Mãe amadíssima, fazei crescer no mundo o sentido de pertença a uma única grande família, na certeza do vínculo que une a todos, para acudirmos, com espírito fraterno e solidário, a tanta pobreza e inúmeras situações de miséria. Encorajai a firmeza na fé, a perseverança no serviço, a constância na oração.
Ó Maria, Consoladora dos aflitos, abraçai todos os vossos filhos atribulados e alcançai-nos a graça que Deus intervenha com a sua mão omnipotente para nos libertar desta terrível epidemia, de modo que a vida possa retomar com serenidade o seu curso normal.
Confiamo-nos a Vós, que resplandeceis sobre o nosso caminho como sinal de salvação e de esperança, ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria. Amém.
Ao final, o Santo Padre fez uma saudação especial aos Santuários que se uniram à oração, agradecendo em espanhol, em particular,  os santuários da América Latina conectados.

Papa Francisco: não complicar a vida espiritual. Peçamos a graça da simplicidade





Papa Francisco: não complicar a vida espiritual. Peçamos a graça da simplicidade



Confira o vídeo, divulguem o site.

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28 de abril de 2020 - Da Casa Santa Marta no Vaticano Santa Missa presidida pelo Papa Francisco





Da Casa Santa Marta no Vaticano Santa Missa presidida pelo Papa Francisco

Santa Marta, 28 abril 2020, Papa Francisco.

Só clicar no play. Compartilhem irmãos.


Vatican Media Live - VATICANO AO VIVO 24 HORAS - OFICIAL





Só clicar no vídeo pessoal.



Vatican Media Live - VATICANO AO VIVO 24 HORAS - OFICIAL




Vatican News - Português - CANAL DO YOUTUBE (Missas ao vivo como Papa Francisco em português)


Caros irmãos Católicos, 

No YOUTUBE temos o CANAL VATICAN NEWS - PORTUGUÊS onde temos transmissões de missas ao vivo com o Papa Francisco, bem como conteúdo traduzido a nossa língua portuguesa. 
Segue a recomendação do canal para seguir e oportunidade nesse período de "quarentena"para participar das missas traduzidas como Santo Padre.

Fiquem com DEUS.

Ajudem na divulgação deste projeto! 
Divulguem o Portal Site Católico 
www.sitecatolico.org

Oração em tempos de Pandemia de Coronavírus


Oração em tempos de epidemias
"Pecamos contra Vós, Senhor, pois desprezamos os vossos mandamentos. Deixamos de ouvir os vossos profetas e não escutamos a voz do vosso Filho que nos fala pelos seus enviados.
Na ganância desenfreada, na busca do lucro a todo custo, na corrupção que corrói nossas instituições, nos escândalos daqueles que se enriquecem às custas da fé simples do vosso povo e dos que, sob o manto da piedade, abusam dos mais pequeninos e vulneráveis, profanamos a vossa casa e jogamos as pérolas que confiastes aos vossos ministros na lama mais depravadora.
Convertei-nos, Senhor do universo, pois profanamos a Criação: poluímos a água, a terra e o ar. A Criação pede socorro e ficamos surdos ao seu clamor. Condenamos o planeta que criastes para ser um jardim para nós num caos pela devastação das suas riquezas e pela exploração desmedida dos seus recursos, movidos unicamente pela busca desenfreada do lucro.
Vede Senhor que, após milênios da presença do vosso Filho entre nós, ainda ficamos surdos ao seu apelo em favor dos mais pobres e pequeninos condenados a viverem da sobra, entregues à toda forma de violência, e abandonados à própria sorte.
São populações inteiras que vivem em condições miseráveis, insalubres, sem nenhuma assistência e, quando há, em condições extremamente precárias. São populações inteiras, hoje, vítimas da guerra e do terrorismo que se arrastam por dezenas de anos onde famílias são destruídas e crianças indefesas assassinadas.
Convertei-nos, Senhor, pois de outra forma as consequências serão sempre mais dolorosas. Diante das epidemias, fruto do nosso descaso e da nossa ambição, que atingem toda humanidade e atingem implacavelmente os mais fracos, nós clamamos: Senhor, piedade!
Vós nos quereis fazer compreender que quando deixamos de cuidar da mãe terra e dos mais frágeis colocamos em risco toda a humanidade. Quando não protegemos a vida dos mais pequeninos, daqueles que ainda estão no seio de suas mães, como daqueles que estão no fim de suas existências, colocamos em risco a vida de todos os homens e mulheres, filhos e filhas vossos, nossos irmãos e irmãs.
Convertei-nos, Senhor Deus do universo, nosso Pai e Salvador! Que o momento que vivemos, que nos obriga a cuidar de nós mesmos, não nos leve a descuidar da vida dos mais necessitados de cuidado e proteção, nem da Criação que geme com dores de parto esperando a manifestação dos filhos de Deus.
Fazei, Senhor, que nossa oração alcance o Vosso Coração, mas sobretudo, toque o coração daqueles que têm os destinos da humanidade em suas mãos, para que deponham as armas e compreendam que o bem-estar de todos é a única garantia que temos para vencer o mal que nos cerca e nos oprime. 

Amém!"

Autor:  Dom Milton Kenan Júnior, Bispo de Barretos.


COMPARTILHEM ESSA BELA ORAÇÃO MEUS IRMÃOS

Dom Peruzzo : encontro dos bispos paranaenses com o Papa Francisco



Os bispos do Regional Sul 2 da CNBB, que corresponde ao Estado do Paraná, realizaram na última semana de fevereiro a sua visita ad Limina Apostolorum ao Vaticano, no âmbito da qual foram recebidos pelo Santo Padre no último dia 24. O arcebispo de Curitiba Dom José Antônio Peruzzo visitou a Rádio Vaticano, Vatican News e contou como foram esses dias em Roma e o encontro com o Papa Francisco.

Esses dias em Roma – disse dom Peruzzo – foram dias de graça e não foi apenas o dever cumprido, a formalidade exigida, as tarefas reclamadas estatuídas, parte de qualquer organização. Os encontros nos diversos Dicastérios foram iluminados pelo encontro pessoal com o Papa Francisco. Estávamos lá, os 18 bispos numa conversa, em uma roda, só faltou o chimarrão; somos do Sul do Brasil, ou então uma cuia de tacacá, se fossemos do Norte. Isto é, 3h10 conversando de maneira muito familiar. O Papa mesmo a nos indicar: 'se querem água, está ali. Se precisarem de toalete é neste lado, vamos conversar'.
Dom Peruzzo disse que o bispo encarregado de fazer um discurso para o Papa levantou-se - a deferência o exigia -, para fazer o discurso. "Não, não, pode sentar – disse o Papa - aqui vamos conversar". Naquela conversa - continuou o arcebispo -, nós fazíamos perguntas e ele respondia. Percebia-se o homem sábio o teólogo consistente. Percebemos a riqueza do pensamento do Papa, a familiaridade o afeto, a serenidade. Problemas de grande complexidade e ele falava de maneira simples sem perder a profundidade e ao mesmo tempo sem temer os desafios. Outro dado que eu gostaria de afirmar e reafirmar ao ouvinte da Rádio Vaticano, vez por outra dizem que entre os dois Papas, o Papa Francisco e o Papa emérito Bento existem diferenças, às vezes até descontinuidades, em algum tema até divergências de difícil  superação. Olha, por seis vezes o Papa Francisco, diante das diversas questões e problemas propostos e perguntas formuladas, em 6 vezes Francisco mencionou discursos palavras ou escritos de Bento XVI. Não existe incompatibilidade ou descontinuidades, são duas personalidades diferentes como são até os filhos numa mesma família, mas há continuidade e os ouvidos e os olhos dos bispos do Paraná podem atestar isso. 
FONTE: VATICAN NEWS

“Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2021



A Comissão da Campanha da Fraternidade Ecumênica se encontrou na sede do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), dia 7 de janeiro, com a tarefa de escolher o tema e o lema da próxima Campanha da Fraternidade Ecumênica em 2021. O tema escolhido é “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e o lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade”  (Ef. 2.14).
A Comissão é formada por representantes das igrejas membro do Conic, da qual a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) participa, a Igreja Betesda, como igreja observadora, e o Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e à Educação Popular (Ceseep), como membro fraterno. O secretário executivo de Campanhas da CNBB, padre Patriky Samuel Batista, participou da reunião representando a Conferência.
O Conic é constituído pelas Igrejas Católica Apostólica Romana (ICAR), Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Presbiteriana Unida (IPU), a Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISOA) e a Aliança de Batistas do Brasil.
Segundo a secretária-geral do Conic, Romi Bencke, realizar mais uma Campanha da Fraternidade Ecumênica, neste contexto de polarização e agressões, demonstra, na prática, compromisso com o diálogo, um mandato inegociável do Evangelho. “O tema da Campanha pretende afirmar que as diferenças nos enriquecem ao invés de nos ameaçar. Apesar de parecer que a Fraternidade ficou fora de moda, acreditamos que o Batismo nos torna irmãos e irmãs”, avaliou.

Campanhas Ecumênicas

A última Campanha da Fraternidade Ecumênica realizada pela CNBB e pelo Conic foi em 2016 com tema “Casa comum, nossa responsabilidade” e lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24), com foco no saneamento básico, desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos.
A primeira Campanha da Fraternidade Ecumênica foi realizada em 2000, com o tema “Dignidade humana e paz” e lema “Novo milênio sem exclusões”. A segunda, em 2005, abordou “Solidariedade e Paz” e “Felizes os que promovem a paz”. A Campanha de 2010 tratou da “Economia e Vida”, a partir do lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”.
(Fonte: cnbb.org.br)

Educação católica é o que Papa Francisco pede que seja uma proposta de esperança para o mundo


O Papa Francisco espera que a educação católica "possa ser uma proposta de esperança e confiança para nosso tempo".
Assim escreveu o Pontífice em uma mensagem dirigida aos participantes do XXVI Congresso Interamericano de Educação Católica, realizado em Santiago, Chile, até a última sexta-feira, 10 de janeiro.
Na carta papal, assinada pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, o Santo Padre envia uma cordial saudação aos organizadores e participantes do XXVI Congresso da Confederação Interamericana de Educação Católica, cujo tema é "Liderança, comunicação e marketing".
Segundo informou ‘Vatican News’, em 10 de janeiro, a mensagem do Papa Francisco foi lida pelo Núncio Apostólico no Chile, Dom Alberto Ortega Martín, no início do Congresso.

"O Santo Padre os anima em sua reflexão sobre os desafios que os responsáveis pela escola católica devem enfrentar a fim de promover nela uma autêntica cultura do encontro, de modo que possa ser uma proposta de esperança e confiança para nosso tempo", lê-se na carta.
Ao finalizar, o Pontífice solicita que "rezem por ele e por seu serviço à Igreja universal" e os encomenda à proteção materna de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do Chile, enquanto concede com afeto a Bênção Apostólica.
Encontro Mundial de Educação
Em setembro de 2019, o Papa Francisco pediu à Congregação para a Educação Católica a organização no Vaticano de um encontro mundial sem precedentes sobre educação com o tema "Reconstruir o pacto educativo global".
O encontro será em 14 de maio de 2020 e o próprio Pontífice anunciou esta iniciativa por meio de uma mensagem de vídeo.
Este encontro global – explicou o Papa – visa "reavivar o compromisso por e com as gerações jovens, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz da escuta paciente, do diálogo construtivo e da mútua compreensão”.
"Hoje, mais do que nunca, é necessário unir os esforços por uma aliança educativa ampla para formar pessoas maduras, capazes de superar as fragmentações e contraposições e reconstruir o tecido das relações por uma humanidade mais fraterna”, advertiu o Papa Francisco.

Fonte: Site ACI Digital

Mensagem do Papa Francisco 2020


1. A paz, caminho de esperança face aos obstáculos e provações
A paz é um bem precioso, objeto da nossa esperança; por ela aspira toda a humanidade. Depor esperança na paz é um comportamento humano que alberga uma tal tensão existencial, que o momento presente, às vezes até custoso, «pode ser vivido e aceite, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros dessa meta, se esta meta for tão grande que justifique a canseira do caminho»[1]. Assim, a esperança é a virtude que nos coloca a caminho, dá asas para continuar, mesmo quando os obstáculos parecem intransponíveis.
A nossa comunidade humana traz, na memória e na carne, os sinais das guerras e conflitos que têm vindo a suceder-se, com crescente capacidade destruidora, afetando especialmente os mais pobres e frágeis. Há nações inteiras que não conseguem libertar-se das cadeias de exploração e corrupção que alimentam ódios e violências. A muitos homens e mulheres, crianças e idosos, ainda hoje se nega a dignidade, a integridade física, a liberdade – incluindo a liberdade religiosa –, a solidariedade comunitária, a esperança no futuro. Inúmeras vítimas inocentes carregam sobre si o tormento da humilhação e da exclusão, do luto e da injustiça, se não mesmo os traumas resultantes da opressão sistemática contra o seu povo e os seus entes queridos.
As terríveis provações dos conflitos civis e dos conflitos internacionais, agravadas muitas vezes por violências desalmadas, marcam prolongadamente o corpo e a alma da humanidade. Na realidade, toda a guerra se revela um fratricídio que destrói o próprio projeto de fraternidade, inscrito na vocação da família humana.
Sabemos que, muitas vezes, a guerra começa pelo facto de não se suportar a diversidade do outro, que fomenta o desejo de posse e a vontade de domínio. Nasce, no coração do homem, a partir do egoísmo e do orgulho, do ódio que induz a destruir, a dar uma imagem negativa do outro, a excluí-lo e cancelá-lo. A guerra nutre-se com a perversão das relações, com as ambições hegemónicas, os abusos de poder, com o medo do outro e a diferença vista como obstáculo; e simultaneamente alimenta tudo isso.
Como fiz notar durante a recente viagem ao Japão, é paradoxal que «o nosso mundo viva a dicotomia perversa de querer defender e garantir a estabilidade e a paz com base numa falsa segurança sustentada por uma mentalidade de medo e desconfiança, que acaba por envenenar as relações entre os povos e impedir a possibilidade de qualquer diálogo. A paz e a estabilidade internacional são incompatíveis com qualquer tentativa de as construir sobre o medo de mútua destruição ou sobre uma ameaça de aniquilação total. São possíveis só a partir duma ética global de solidariedade e cooperação ao serviço dum futuro modelado pela interdependência e a corresponsabilidade na família humana inteira de hoje e de amanhã»[2].
Toda a situação de ameaça alimenta a desconfiança e a retirada para dentro da própria condição. Desconfiança e medo aumentam a fragilidade das relações e o risco de violência, num círculo vicioso que nunca poderá levar a uma relação de paz. Neste sentido, a própria dissuasão nuclear só pode criar uma segurança ilusória.
Por isso, não podemos pretender manter a estabilidade no mundo através do medo da aniquilação, num equilíbrio muito instável, pendente sobre o abismo nuclear e fechado dentro dos muros da indiferença, onde se tomam decisões socioeconómicas que abrem a estrada para os dramas do descarte do homem e da criação, em vez de nos guardarmos uns aos outros[3]. Então como construir um caminho de paz e mútuo reconhecimento? Como romper a lógica morbosa da ameaça e do medo? Como quebrar a dinâmica de desconfiança atualmente prevalecente?
Devemos procurar uma fraternidade real, baseada na origem comum de Deus e vivida no diálogo e na confiança mútua. O desejo de paz está profundamente inscrito no coração do homem e não devemos resignar-nos com nada de menos.
2. A paz, caminho de escuta baseado na memória, solidariedade e fraternidade
Os sobreviventes aos bombardeamentos atómicos de Hiroshima e Nagasaki – denominados os hibakusha – contam-se entre aqueles que, hoje, mantêm viva a chama da consciência coletiva, testemunhando às sucessivas gerações o horror daquilo que aconteceu em agosto de 1945 e os sofrimentos indescritíveis que se seguiram até aos dias de hoje. Assim, o seu testemunho aviva e preserva a memória das vítimas, para que a consciência humana se torne cada vez mais forte contra toda a vontade de domínio e destruição. «Não podemos permitir que as atuais e as novas gerações percam a memória do que aconteceu, aquela memória que é garantia e estímulo para construir um futuro mais justo e fraterno»[4].
Como eles, há muitos, em todas as partes do mundo, que oferecem às gerações futuras o serviço imprescindível da memória, que deve ser preservada não apenas para evitar que se voltem a cometer os mesmos erros ou se reproponham os esquemas ilusórios do passado, mas também para que a memória, fruto da experiência, constitua a raiz e sugira a vereda para as opções de paz presentes e futuras.

Mais ainda, a memória é o horizonte da esperança: muitas vezes, na escuridão das guerras e dos conflitos, a lembrança mesmo dum pequeno gesto de solidariedade recebida pode inspirar opções corajosas e até heroicas, pode colocar em movimento novas energias e reacender nova esperança nos indivíduos e nas comunidades.
Abrir e traçar um caminho de paz é um desafio muito complexo, pois os interesses em jogo, nas relações entre pessoas, comunidades e nações, são múltiplos e contraditórios. É preciso, antes de mais nada, fazer apelo à consciência moral e à vontade pessoal e política. Com efeito, a paz alcança-se no mais fundo do coração humano, e a vontade política deve ser incessantemente revigorada para abrir novos processos que reconciliem e unam pessoas e comunidades.
O mundo não precisa de palavras vazias, mas de testemunhas convictas, artesãos da paz abertos ao diálogo sem exclusões nem manipulações. De facto, só se pode chegar verdadeiramente à paz quando houver um convicto diálogo de homens e mulheres que buscam a verdade mais além das ideologias e das diferentes opiniões. A paz é uma construção que «deve estar constantemente a ser edificada»[5], um caminho que percorremos juntos procurando sempre o bem comum e comprometendo-nos a manter a palavra dada e a respeitar o direito. Na escuta mútua, podem crescer também o conhecimento e a estima do outro, até ao ponto de reconhecer no inimigo o rosto dum irmão.
Por conseguinte, o processo de paz é um empenho que se prolonga no tempo. É um trabalho paciente de busca da verdade e da justiça, que honra a memória das vítimas e abre, passo a passo, para uma esperança comum, mais forte que a vingança. Num Estado de direito, a democracia pode ser um paradigma significativo deste processo, se estiver baseada na justiça e no compromisso de tutelar os direitos de cada um, especialmente se vulnerável ou marginalizado, na busca contínua da verdade[6]. Trata-se duma construção social em contínua elaboração, para a qual cada um presta responsavelmente a própria contribuição, a todos os níveis da comunidade local, nacional e mundial.
Como assinalava o Papa São Paulo VI, «a dupla aspiração – à igualdade e à participação – procura promover um tipo de sociedade democrática. (...). Isto, de per si, já diz bem qual a importância de uma educação para a vida em sociedade, em que, para além da informação sobre os direitos de cada um, seja recordado também o seu necessário correlativo: o reconhecimento dos deveres de cada um em relação aos outros. O sentido e a prática do dever são, por sua vez, condicionados pelo domínio de si mesmo, pela aceitação das responsabilidades e das limitações impostas ao exercício da liberdade do indivíduo ou do grupo»[7].
Pelo contrário, a fratura entre os membros duma sociedade, o aumento das desigualdades sociais e a recusa de empregar os meios para um desenvolvimento humano integral colocam em perigo a prossecução do bem comum. Inversamente, o trabalho paciente, baseado na força da palavra e da verdade, pode despertar nas pessoas a capacidade de compaixão e solidariedade criativa.
Na nossa experiência cristã, fazemos constantemente memória de Cristo, que deu a sua vida pela nossa reconciliação (cf. Rm 5, 6-11). A Igreja participa plenamente na busca duma ordem justa, continuando a servir o bem comum e a alimentar a esperança da paz, através da transmissão dos valores cristãos, do ensinamento moral e das obras sociais e educacionais.
3. A paz, caminho de reconciliação na comunhão fraterna
A Bíblia, particularmente através da palavra dos profetas, chama as consciências e os povos à aliança de Deus com a humanidade. Trata-se de abandonar o desejo de dominar os outros e aprender a olhar-se mutuamente como pessoas, como filhos de Deus, como irmãos. O outro nunca há de ser circunscrito àquilo que pôde ter dito ou feito, mas deve ser considerado pela promessa que traz em si mesmo. Somente escolhendo a senda do respeito é que será possível romper a espiral da vingança e empreender o caminho da esperança.
Guia-nos a passagem do Evangelho que reproduz o seguinte diálogo entre Pedro e Jesus: «“Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete”» (Mt 18, 21-22). Este caminho de reconciliação convida-nos a encontrar no mais fundo do nosso coração a força do perdão e a capacidade de nos reconhecermos como irmãos e irmãs. Aprender a viver no perdão aumenta a nossa capacidade de nos tornarmos mulheres e homens de paz.
O que é verdade em relação à paz na esfera social, é verdadeiro também no campo político e económico, pois a questão da paz permeia todas as dimensões da vida comunitária: nunca haverá paz verdadeira, se não formos capazes de construir um sistema económico mais justo. Como escreveu Bento XVI, «a vitória sobre o subdesenvolvimento exige que se atue não só sobre a melhoria das transações fundadas sobre o intercâmbio, nem apenas sobre as transferências das estruturas assistenciais de natureza pública, mas sobretudo sobre a progressiva abertura, em contexto mundial, para formas de atividade económica caraterizadas por quotas de gratuidade e de comunhão»[8].
4. A paz, caminho de conversão ecológica
«Se às vezes uma má compreensão dos nossos princípios nos levou a justificar o abuso da natureza, ou o domínio despótico do ser humano sobre a criação, ou as guerras, a injustiça e a violência, nós, crentes, podemos reconhecer que então fomos infiéis ao tesouro de sabedoria que devíamos guardar»[9].
Vendo as consequências da nossa hostilidade contra os outros, da falta de respeito pela casa comum e da exploração abusiva dos recursos naturais – considerados como instrumentos úteis apenas para o lucro de hoje, sem respeito pelas comunidades locais, pelo bem comum e pela natureza –, precisamos duma conversão ecológica.
O Sínodo recente sobre a Amazónia impele-nos a dirigir, de forma renovada, o apelo em prol duma relação pacífica entre as comunidades e a terra, entre o presente e a memória, entre as experiências e as esperanças.
Este caminho de reconciliação inclui também escuta e contemplação do mundo que nos foi dado por Deus, para fazermos dele a nossa casa comum. De facto, os recursos naturais, as numerosas formas de vida e a própria Terra foram-nos confiados para ser «cultivados e guardados» (cf. Gn 2, 15) também para as gerações futuras, com a participação responsável e diligente de cada um. Além disso, temos necessidade duma mudança nas convicções e na perspectiva, que nos abra mais ao encontro com o outro e à recepção do dom da criação, que reflete a beleza e a sabedoria do seu Artífice.
De modo particular brotam daqui motivações profundas e um novo modo de habitar na casa comum, de convivermos uns e outros com as próprias diversidades, de celebrar e respeitar a vida recebida e partilhada, de nos preocuparmos com condições e modelos de sociedade que favoreçam o desabrochar e a permanência da vida no futuro, de desenvolver o bem comum de toda a família humana.
Por conseguinte a conversão ecológica, a que apelamos, leva-nos a uma nova perspectiva sobre a vida, considerando a generosidade do Criador que nos deu a Terra e nos chama à jubilosa sobriedade da partilha. Esta conversão deve ser entendida de maneira integral, como uma transformação das relações que mantemos com as nossas irmãs e irmãos, com os outros seres vivos, com a criação na sua riquíssima variedade, com o Criador que é origem de toda a vida. Para o cristão, uma tal conversão exige «deixar emergir, nas relações com o mundo que o rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus»[10].
5. Obtém-se tanto quanto se espera[11]
O caminho da reconciliação requer paciência e confiança. Não se obtém a paz, se não a esperamos.
Trata-se, antes de mais nada, de acreditar na possibilidade da paz, de crer que o outro tem a mesma necessidade de paz que nós. Nisto, pode-nos inspirar o amor de Deus por cada um de nós, amor libertador, ilimitado, gratuito, incansável.
O medo é, frequentemente, fonte de conflito. Por isso, é importante ir além dos nossos temores humanos, reconhecendo-nos filhos necessitados diante d’Aquele que nos ama e espera por nós, como o Pai do filho pródigo (cf. Lc 15, 11-24). A cultura do encontro entre irmãos e irmãs rompe com a cultura da ameaça. Torna cada encontro uma possibilidade e um dom do amor generoso de Deus. Faz-nos de guia para ultrapassarmos os limites dos nossos horizontes estreitos, procurando sempre viver a fraternidade universal, como filhos do único Pai celeste.
Para os discípulos de Cristo, este caminho é apoiado também pelo sacramento da Reconciliação, concedido pelo Senhor para a remissão dos pecados dos batizados. Este sacramento da Igreja, que renova as pessoas e as comunidades, convida a manter o olhar fixo em Jesus, que reconciliou «todas as coisas, pacificando pelo sangue da sua cruz, tanto as que estão na terra como as que estão no céu» (Col 1, 20); e pede para depor toda a violência nos pensamentos, nas palavras e nas obras quer para com o próximo quer para com a criação.
A graça de Deus Pai oferece-se como amor sem condições. Recebido o seu perdão, em Cristo, podemos colocar-nos a caminho para ir oferecê-lo aos homens e mulheres do nosso tempo. Dia após dia, o Espírito Santo sugere-nos atitudes e palavras para nos tornarmos artesãos de justiça e de paz.
Que o Deus da paz nos abençoe e venha em nossa ajuda.
Que Maria, Mãe do Príncipe da paz e Mãe de todos os povos da terra, nos acompanhe e apoie, passo a passo, no caminho da reconciliação.
E que toda a pessoa que vem a este mundo possa conhecer uma existência de paz e desenvolver plenamente a promessa de amor e vida que traz em si.
Vaticano, 8 de dezembro de 2019.
Franciscus
[1] Bento XVI, Carta enc. Spe salvi, 30 de novembro de 2007, 1.
[2] Discurso sobre as armas nucleares, Nagasáqui – Parque «Atomic Bomb Hypocenter», 24 de novembro de 2019.
[3] Cf. Francisco, Homilia em Lampedusa, 8 de julho de 2013.
[4] Francisco, Discurso sobre a Paz, Hiroxima – Memorial da Paz, 24 de novembro de 2019.
[5] Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 78.
[6] Cf. Bento XVI, Discurso aos dirigentes e membros das Associações Cristãs dos Trabalhadores Italianos (ACLI), 27 de janeiro de 2006.
[7] Carta ap. Octogesima adveniens, 14 de maio de 1971, 24.
[8] Carta enc. Caritas in veritate, 29 de junho de 2009, 39.
[9] Francisco, Carta enc. Laudato si’, 24 de maio de 2015, 200.
[10] Ibid., 217.
[11] Cf. São João da Cruz, Noite Escura, II, 21, 8.